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Admirado por uns e invejado por outros, o genial Nikola Tesla (Smiljan, atual Croácia, 1856 – Nova Iorque, 1943) é muito mais do que um dos maiores inventores da História: é o fundador da tecnologia moderna e uma figura-chave na história da Ciência. Hoje, Tesla é um ícone da cultura popular, o paradigma do inventor genial sem qualquer perspicácia para os negócios.

Sabe-se que, ao longo da sua vida, Tesla registou 280 patentes em 26 países diferentes, e suspeita-se que ainda possam existir mais patentes por identificar. É o pai do desenvolvimento da corrente alternada como fonte de energia, do motor de indução e da transmissão de energia sem fios, embora o seu grande concorrente, Thomas Alva Edison (com quem protagonizou a famosa “guerra das correntes”), e outras personalidades contemporâneas se tenham apropriado do mérito de algumas das suas invenções.

A essência das descobertas e invenções desta personagem única reside nas soluções engenhosas, nas aplicações universais e nos inúmeros avanços científicos e tecnológicos que gerou por todo o mundo. Quando Tesla nasceu, o mundo funcionava graças ao vapor e à força física. Quando morreu, era movido por eletricidade. Diz-me muitas vezes que Tesla inventou o século XX. Não foi o único, mas o seu contributo foi, sem sombra de dúvidas, decisivo.


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Symphony é uma experiência audiovisual imersiva que proporciona uma viagem através das emoções e da música, com o objetivo de aproximar a música clássica de todos os tipos de público. O espetador terá oportunidade de sentir e compreender a música clássica como se fosse um dos músicos da orquestra.

Através desta experiência única, irá desfrutar das composições de Beethoven, Mahler e Bernstein, executadas pelo grande maestro Gustavo Dudamel e pelos mais de 100 músicos da prestigiada Mahler Chamber Orchestra.


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No quotidiano das grandes cidades do mundo predominam as cores metálicas, o branco, o preto e o cinzento. No entanto, o nosso mundo é um caleidoscópio. Há décadas que a National Geographic nos oferece imagens da variedade do mundo. Atualmente, o trabalho dos seus fotógrafos é um apelo à responsabilidade e ao compromisso com a diversidade.

Dos azuis e cinzentos enevoados da luz matinal aos roxos e vermelhos vivos do pôr do sol, esta exposição convidanos a descobrir, através das imagens, que a cor está em todo o lado, mesmo que não prestemos atenção. Cada área é dedicada a uma cor e ao seu significado, qualidades e simbolismo ao longo do tempo.


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O BPI e a Fundação “la Caixa" são mecenas da Fundação de Serralves, com particular destaque para o apoio mecenático ao Museu de Arte Contemporânea de Serralves e à Grande Exposição Anual do Parque. Anualmente, artistas de renome internacional são convidados para expor as suas obras na Fundação de Serralves com o objetivo de estimular o interesse e o conhecimento de públicos de diferentes origens e idades sempre com o apoio do BPI e da Fundação “la Caixa”.

O BPI é Membro Fundador da Casa da Música desde o primeiro momento (2006). Para além deste vínculo, o BPI e a Fundação “la Caixa” mantêm consistentemente uma forte e direta associação na qualidade exclusiva de Mecenas Principal da Casa da Música, e ainda como histórico Patrocinador do grande festival anual Verão da Casa.

O BPI e a Fundação “la Caixa” são mecenas da Gulbenkian Música. A cada temporada são apresentados inúmeros concertos protagonizados pela orquestra e coro Gulbenkian e por alguns dos maiores intérpretes da atualidade.

Assinalando o cinquentenário do 25 de abril de 1974, descubra uma perspetiva inédita dos anos em redor da Revolução, sobre como a arte capturou a transição da liberdade desejada para a liberdade conquistada.

Pré/Pós ― Declinações visuais do 25 de Abril é uma exposição que comemora os 50 anos da Revolução dos Cravos. Mais do que um simples gesto celebrativo, este projeto pretende investigar as tensões, as contradições e os movimentos paradoxais que marcam os períodos imediatamente anteriores e posteriores à Revolução. Num arco cronológico de 1970 a 1977, a exposição regista como o universo das artes refletiu as experiências e sentimentos que terão acompanhado o processo revolucionário e como este se desenvolveu entre o entusiasmo utópico e a apreensão contida.

Dando visibilidade a artistas e a obras pouco conhecidas no nosso contexto, esta é uma oportunidade única para pensar este período tão rico quanto conturbado da nossa história da arte, onde o manifesto político tanto pode assumir uma vertente mais panfletária, como afirmar-se através de obras de cariz mais conceptual enquanto suporte discursivo e formal das liberdades desejadas e atingidas. Nos mais de trezentos trabalhos expostos que abarcam meios tão variados como a pintura, a escultura, a fotografia, o filme, a gravura, a instalação, o cartaz e a edição de livros e revistas, sublinha-se a presença sísmica das múltiplas representações do corpo, muitas vezes trespassado por referências políticas desafiantes.

A presença da pintura espanhola em Portugal é uma consequência das relações culturais que existiram entre os dois países vizinhos e concretizou-se através do colecionismo, por meio de ofertas diplomáticas, de patrocínio eclesiástico e, mais recentemente, através de aquisições levadas a cabo por museus e instituições privadas e públicas.

Tendo estado na origem de uma importante campanha de restauro, investigação e valorização das pinturas espanholas, a mostra, comissariada por Joaquim Oliveira Caetano, diretor do Museu Nacional de Arte Antiga, e Benito Navarrete, professor catedrático de história de arte na Universidade Complutense, integra as atividades culturais da Presidência Espanhola da União Europeia.

A Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação ”la Caixa” lançam a terceira edição da PARTIS Art for Change, que prevê o financiamento de projetos artísticos para a inclusão social em Portugal. A Iniciativa distingue os melhores e mais inovadores projetos de inclusão social pela prática artística (artes visuais, performativas ou audiovisuais) através do apoio a propostas consistentes, informadas e sustentadas, assentes em parcerias e passíveis de avaliação.


Objetivos:

Através das práticas artísticas, incentiva a formulação de respostas novas (ou respostas complementares e integradas com as já existentes) a necessidades sociais, numa lógica de inclusão e de justiça sociais, contribuindo para o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e cognitivas promovendo assim o exercício de uma cidadania plena.

Apoia projetos que promovam a inclusão social de cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social, tendo em vista a facilitação do encontro e diálogo entre diferentes (em termos sociais, etários, culturais, entre outros), a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social e territorial.


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Este concurso destina-se a artistas e grupos de artistas maiores de 18 anos, de nacionalidade espanhola ou portuguesa, ou com residência em Espanha ou Portugal, que tenham um projeto para realizar ou que já tenham um projeto em curso, em colaboração com um agente externo (museu, centro de arte ou outro tipo de instituição artística sem fins lucrativos), que necessite de ser produzido.


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Os concertos participativos organizados pela Fundação ”la Caixa” proporcionam uma experiência enriquecedora que convida coralistas amadores a integrarem um evento musical coletivo de grande qualidade. Esta iniciativa torna possível o sonho de muitos coralistas de trabalharem numa obra de referência do repertório sinfónico-coral com orquestras e maestros profissionais num grande auditório.

Outros Apoios, em colaboração com o BPI:

Música

  • Academia de Música de Castelo de Paiva
  • Festival das Artes Quebra Jazz de Coimbra
  • Festival Internacional dos Açores
  • Bragança Classic Fest
  • Festival de Música dos Capuchos
  • Festival Internacional de Música Marvão
  • Festival Cistermúsica
  • OperaFest
  • Orquestra Sem Fronteiras
  • Orquestra Metropolitana de Lisboa
  • Orquestra de Jazz Matosinhos
  • Orquestra XXI

O projeto participativo #EuCanto Let It Be juntou 200 coralistas amadores para interpretarem uma música muito conhecida dos The Beatles.

Durante dois fins de semana, este grande coro trabalhou com profissionais das áreas da música e do audiovisual para criar este vídeo especial.

A cidade de Lisboa e as suas paisagens deslumbrantes foram o cenário de fundo para este projeto participativo que uniu as vozes de 7 coros portugueses.

A magia da música ecoa pelas ruas da cidade, criando um ambiente inesquecível.

Bohemian Rhapsody é um novo projeto participativo digital que reuniu mais de 330 pessoas a interpretar Bohemian Rhapsody, dos Queen, em casa.

Trabalhar uma obra tão eclética como Bohemian Rhapsody, que passa por tantos estilos e estados diferentes, foi o principal desafio artístico do projeto. A canção foi dividida em quatro partes: intro + coda, balada, rock e ópera; a proposta artística e visual de cada uma delas reflete o momento pelo qual a música está a passar.

. #Eu canto Aleluia, numa proposta visual inovadora do Igor Studio, o vídeo coral participativo funde as imagens enviadas pelos 352 participantes com imagens gravadas na Basílica de Santa Maria del Mar, onde um grupo de pessoas vai descobrindo como os participantes se integram na maravilhosa arquitetura da basílica gótica. Também as gravações áudio destes cantores amadores foram integradas na gravação da Orquesta Barroca Catalana e do coro Barcelona Ars Nova.

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